E ele se fechou.
07/02/2012
“Estou no Skype”.
Foi a mensagem que mandei para o Ric, pelo Facebook, como de costume. Só que, hoje, as coisas aconteceram um pouquinho diferentes.
“SG, infelizmente, hoje eu não poderei conversar com você, tô com uns problemas aqui em casa e assim que resolver te falo por mensagem no face. Não tô muito bem hoje não. Se cuida, viu? Dorme bem e bom trabalho para você. Não fique preocupado.”
Como não ficaria preocupado?
“Nem por computador? O que aconteceu? Agora já estou preocupado!”
“Brigas com os pais, te conto tudo depois, não é nada tão sério! Mas estou tão desanimado e possivelmente seria seco na conversa. Te conto tudo depois. Beijão.”
Eu juro que tento entender esse lado ostracista do meu namorado. Mas eu não consigo. Ele até já me pediu para que o deixasse em paz em certos momentos, como esse, mas minha natureza não deixa. Liguei incontáveis vezes para o seu celular, mas não recebi nenhuma resposta. Mandei mensagens no Facebook, e também fiquei sem saber o que estava (está) acontecendo…
Se tem uma coisa que me deixa odiosamente irritado, é ficar sem saber das coisas. Prefiro logo ter conhecimento de uma notícia, mesmo que ela seja péssima, do que ficar na incerteza da ignorância.
O jeito é sentar e esperar…
